
Percy é um menino meio normal, sofre de transtorno de déficit de atenção e dislexia, por conta disso, não consegue ser um bom aluno, tendo sempre em seu boletim, notas com D+.
Também como narrador da história, Percy comenta como é difícil se afastar das confusões, pois elas o perseguem. Como a que aconteceu na visita ao museu, na qual, transformou sua professora de iniciação a algebra em pó com uma caneta esferegráfica.
Chega o dia da prova final e também o dia em que Percy, mais uma vez, tem que deixar o colégio, mais uma expulsão para a sua lista.
O menino tem um único amigo, Grover, que resolve o acompanhar até sua casa. No caminho, o ônibus em que eles estavam quebra, ao sair do ônibus, o menino repara que no outro lado da estrada existe uma banca de frutas, com três senhoras tricotando a maior meia de lã que ele já havia visto. O amigo o adverte para não olhar e voltar ao ônibus, mas o menino ainda espera para ver a linha sendo cortada.
Chega o dia da prova final e também o dia em que Percy, mais uma vez, tem que deixar o colégio, mais uma expulsão para a sua lista.
O menino tem um único amigo, Grover, que resolve o acompanhar até sua casa. No caminho, o ônibus em que eles estavam quebra, ao sair do ônibus, o menino repara que no outro lado da estrada existe uma banca de frutas, com três senhoras tricotando a maior meia de lã que ele já havia visto. O amigo o adverte para não olhar e voltar ao ônibus, mas o menino ainda espera para ver a linha sendo cortada.