Outras Estórias

Senta que lá vem história.

02:49

O máximo e as máximas de Machado de Assis.

Postado por Janaina Moraes |

Primeiro a Promoção.

O livro é uma verdadeira peça da história de um Machado magnífico. E por conta disso, Andrey do Amaral, em parceria com Janaína Moraes (eu...) vão sortear um livro.
Para participar é muito fácil:

1) Seja seguidor deste blog.
2) Indicar a promoção para seus amigos.
3) Deixar uma resposta para a pergunta: Se você pudesse ser um dos personagens de Machado de Assis, qual deles seria? Por que?

4) As respostas devem ser enviadas por comentários e devem conter o nome de seguidor e o e-mail para contato.
5) O ganhador será divulgado no blog e ainda receberá um e-mail, o qual deverá responder com o endereço para onde o livro deve ser enviado.

A promoção tem início na segunda feira, 9/11 e o resultado sai no dia 23/11.
Envie a sua resposta até dia 22/11.

Você ainda pode participar da promoção através dos blogs http://estoriasmediocres1.blogspot.com e http://blogcafeexpresso.blogspot.com
Desejo boa sorte a todos.

Agora a resenha.


Eu tinha lido apenas Memórias Póstumas de Brás Cubas, mas a partir de agora, posso dizer que lí uma boa parte da obra de Machado de Assis.
O livro de Andrey do Amaral traz uma ótima coletânea sobre a obra do centenário Machado.

Antes de começar, um breve prefácio sobre a vida do escritor, uma introdução falando um pouco mais sobre a ideia de se escrever o máximo e as máximas do Machado, uma biografia ligeira, mas detalhada.  Esta parte introdutória trás ainda uma cronologia, que é fascinante de ser ler pelos detalhes que traz. Fatos que para muitos parace não ser importante, curiosidades, trechos de textos (não pule esta parte) e então, as obras.
Entre elas, um poema de Carlos Drummond de Andrade feito para Machado, "A vida passada a limpo", de 1959.

Começamos com um Machado poético. Dentre as poesias a que mais me chamou a atenção foi justamente a última a ser retratada, Uma Criatura.
"Tu dirás que é a Morte; eu direi que é a vida".

De poesia a romances, de romances à novelas. Periódicos publicados em O Globo e o último romance. Deste, Iaiá Garcia, posso dizer uma coisa, parafraseando Machado:
"Não me queixo; nunca me queixei de coisa nenhuma; quando estimo alguém, perdoo; quando não estimo, esqueço. Perdoar e esquecer é raro, mas não é impossível; está nas tuas mãos".

Passamos daqui para as Memórias póstumas, para Quincas Borba, para a traição ainda não revelada de Dom Casmurro. Daqui para Esaú e Jacó que seguem para o Memorial de Aires.
Entramos então nos contos, dos quais só tinha ouvido falar de A cartomante, que jurava ser um romance imenso...
Daqui para a crítica, algumas crônicas e então uma relação dos filmes que foram inspirados nas obras de Machado.

03:14

Elogio da madrasta.

Postado por Janaina Moraes |

Confesso que já paquero este livros a algum tempo e que como ele não veio por meio da editora, resolvi apelar pelo Skoob. Sim, ele veio até  mim por meio da troca.                                                                              Uma ótima troca, confesso. Mario Vargas Llosa entrelaça a vida dos três personagens principais - Lucrécia, dom Rigoberto e o menino Alfonso - com as vivências de uma casa com empregados e ainda com suas manias e costumes. Dom Rigoberto, após enviuvar da mãe de seu único filho, Alfonso, resolve fugir da solidão e se casar com Lucrécia. Uma mulher de pele ainda firme, fogosa e que torna a vida de dom Rigoberto mais feliz. Ele, por sua vez, é dotado de alguns rituais que o fazem prisioneiro dele mesmo. Todas as noites, antes de se deitar, eles aconteciam. Tirava um dia da semana para cuidar de cada uma das partes de seu corpo. Limpava os pés, o nariz, cuidava das orelhas. Lucrécia, que recebe uma carta cheia de carinho de Alfonso no dia de seu aniversário de 40 anos, percebe-se em meio ao mundo cheio de novas intenções e sentidos. Sua vida amorosa - para não dizer sexual - com o marido é ótima. Os dois misturam suas aventuras carnais com fatos e personagens da mitologia grega e da arte em geral, mas o abismo só chega ao dizer sobre o quadro abstrato da sala.
Alfonso, um menino educado, meigo, de lindos cachos louros e olhos azuis, um rosto angelical, de no máximo 15 anos, começa a despertar por sua madrasta um amor quase cândido, imaculado. Ao perceber que a madrasta não o dá bola resolve dizer que vai se matar e que escrevia uma carta de despedida. Está é a deixa para que muitas coisas surpreendentes começem a acontecer.

Um abraço de reconciliação desperta em Lucrécia sensações nunca dante sentidas. Beijos puros, mas só por parte do menino, são compartilhados. Uma mão que aos poucos acaricia os seios fartos e ainda rijos da madrasta. Um amor que dá a Lucrécia ainda mais vontade de se fantasiar pelo mundo de outras épocas com seu marido e fazer dele o homem mais feliz na cama.
A casa cai, literalmente, quando o menino pergunta ao pai o significado da palavra "orgasmo" e comenta com o pai sobre uma redação da escola.

Uma novela sensual de dar água na boca, com um final surpreendente, inacreditável. Só mesmo Mario Vargas Llosa, com todo o seu lirísmo, seria capaz de uma obra tão genial.
O livro é da editora Alfaguara, e pode ser encontrado no site da editora Objetiva.
Para ter um exemplar em casa, você já sabe, dá uma clicada no logo da Livraria Cultura ou no logo das lojas Americanas.com e aproveite os descontos especiais para os leitores do Outras Estórias.

Bom, a dica tá dada, espero que gostem.

11:11

Novo (e divertido) Acordo Ortográfico.

Postado por Janaina Moraes |


Bom, vamos recordar um pouquinho a época do colégio, recordar a mais uma aulinha de gramática, que tenho certeza que muitos adoravam e muitos outros detestavam.
Este livro é realmente divertido, como diz o complemento do título dentro do parêntese, mas vamos parar de lero lero e ir as vias de fato: o conteúdo.

Sim, ele fala sobre as novas regras do acordo ortográfico, mas não chega nem perto de ser algo chato, pesado e insuportável de se ler. Eu, que sou fresca a esse tipo de leitura lí o pequeno livro inteiro, de cabo a rabo... grifei as principais regras e ainda tentei começar um resumo, mais ai percebi que ia perder meu tempo. Assunto para um post lá no Estórias Medíocres.

Andrey do Amaral traz de forma extremamente simples as principais mudanças desse novo acordo e comenta o que muda, o que permanece e usa para isso exemplos que tiram risos incontidos dos leitores.
O livro traz ainda toda uma parte informacional, mostrando a cronologia de todo esse processo de mudança, algumas sugestões de onde se pode buscar mais informações sobre o acordo, alguns anexos, que expicam mais ao pé da letra o que de forma divertida é explicado no começo do livro e uma bibliografia.

Para quem vale a pena ler: Para todos aqueles que usam esta lingua. É uma leitura fácil e que pode acrescentar muito conhecimento a vida de todos.
Uma crítica aos leitores:
Ao invéz de perder tempo lendo Crepúsculo, Lua Nova e por ai vai, leia este acordo. É muito mais produtivo e "frutífero" para sua formação.

Até a próxima...

20:53

Porque a modernidade bateu à minha porta...

Postado por Janaina Moraes |

Pois é, mordi minha lingua.
Dizia que o tal do Twitter nunca iria ver um perfil meu, que Facebook era coisa pra quem não tem o que fazer, que o Orkut já estava ultrapassado e que por isso eu iria ficar só com o Skoob, mas...

Confesso que toda essa modernidade ainda me assusta um pouco, não dou conta de acompanhar tudo e muita coisa está passando por despercebido por de trás dos meus olhos. Assim como foi com o Blog, que eu não sabia nem onde que escrevia e hoje estou (quase) dominando a linguagem HTML, vai ser assim com os outros também, é só ir fuçando.

Bom, para você que curti as Estórias que eu escrevo por aqui, acompanhe as Twittagens que tenho que apertar em 140 caracteres.
Os comentários mais ridículos que posto no "em que você está pensando agora", lá no Facebook.
O skoob, que ainda é a minha maior paixão, creio que muitos já conhecem, se não, fica aqui a oportunidade.
Os blogs? Deixarei os links de todos eles e do Orkut.
Acompanhem...



Eu no Twitter:
http://twitter.com/janamarismoraes

Eu no Facebook.

http://www.facebook.com/profile.php?id=100000449347688&ref=name

Eu no Café Expresso:
http://blogcafeexpresso.blogspot.com


Eu no Estórias Medíocres:
http://estoriasmediocres1.blogspot.com

Eu no Skoob:
http://www.skoob.com.br/usuario/mostrar/6391

Eu no Orkut:
http://www.orkut.com.br/Main#Profile?rl=ls&uid=13315131269581830606

Pronto, agora é só passar por cada um deles e conferir as novidades. Aguardo cada um de vocês por lá...
Até.

01:08

O máximo e as máximas de Machado de Assis.

Postado por Janaina Moraes |


Sobre este livro, não vou fazer, ainda, uma resenha.
Vim apenas para contar que este é o meu mais novo livro. Mais um para a minha estante de livros, que tanto amo.
Este recebi direto do autor, Andrey do Amaral. Ai como eu sou chique.

De maneira bem didática, o leitor encontra no livro "O máximo e as máximas de Machado de Assis", as várias vertentes da obra de Machado. Há alguns poemas conhecidos e outros bem diferentes do traço de sua pena. Encontram-se também comentários e curiosidades sobre todos os romances e os trechos mais significativos de cada um deles, além de contos, crônicas e a filmografia completa.

Este trabalho pode ser apreciado por professores, alunos e leitores, especialistas ou leigos. Para quem nunca leu, ou pouco leu de Machado de Assis, esta pode ser a ocasião para compreender a importância dele em nossa literatura. Para quem já é fã e leitor voraz, este trabalho é um roteiro para ratificar a essência do conjunto de sua obra.
No livro, Andrey do Amaral convence o leitor de que Machado de Assis não se restringe as leituras obrigatórias, e sim a momentos prazerosos de leitura e reflexão. Mostra-nos um Machado humano, que subiu degrau por degrau e atingiu o ápice em sua carreira literária, começando com textos mais simples, chegando a obras geniais.

"O máximo e as máximas de Machado de Assis" Traz ainda mais uma novidade, o livro clip.
Entre seus principais títulos publicados, estão:
  • Cuidado: eu te amo. (Ao livro técnico).
  • O máximo e as máximas de Machado de Assis. (Ciência Moderna).
  • Novo e divertido acordo ortográfico. (Ciência Moderna).
  • Mercado editorial - guia para autores. (Ciência Moderna).
Para mais detalhes, acesse o site do autor, www.andreydoamaral.com
Uma boa leitura a todos e espero que tenham gostado.

O livro tem o prefácio de Ubiratan Machado, orelha de Artur Távola. É da editora Ciência Moderna e contém 368 páginas.
O ISBN é 978-85-7393-719-0

02:45

O ladrão de arte.

Postado por Janaina Moraes |

Tenho que confessar algo aos meus queridos amigos leitores: quando recebi este livro e dei uma olhada na capa achei ele interessante. Depois, lí o nome e a sinopse, achei que pudesse ter de interessante só a capa. Me enganei.
Pensa em um livro que tem uma temática legal. Que consegue prender a sua atenção. Que além de ser uma leitura de distração ainda te traz informações sobre arte em geral.
É o que você vai encontrar neste livro.
Isso e muito mais.

Bom, vamos ao livro.
O ladrão de arte conta de forma detalhada três roubos distintos,. O primeiro acontece na escura e calma madrugada de Roma. Uma obra de Caravaggio desaparece misteriosamente do altar da igreja de Santa Giuliana. O padre, assustado com o alarme da igreja que lhe acordara três vezes na madrugada, se dá conta do desaparecimento da obra quando a luz do dia banha a nave da igreja.
Ás vésperas de um leilão, a suspeita de uma obra de arte falsa disperta a atenção de Geneviève, curadora da Sociedade Malevitch, em Paris. É aqui que o segundo roubo é descoberto. Em uma visita ocasional a câmara de segurança da Sociedade ela percebe que a obra mais preciosa do acervo, o Branco sobre Branco, havia desaparecido.
Para acompanhar o destino do Malevitch, Geneviève acompanha o leilão e repara que a obra, suspeita de ser falsa, estava sendo vendido para um outro museu.
Uma pane no sistema de segurança deste museu deixa as portas abertas para o terceiro roubo. A tela leiloada, anunciada pela imprensa que estava no museu e ia ser exposta em breve, o Branco sobre Branco, desaparece.
Pistas que não se encaixam, uma arte que nega icones e imagens de santos, ladrões de arte que são perdoados por serem ladrões de arte.
Tente não se perder em meio a tanta informação. Tente não se confundir com as pistas malucas de Bizot e Harry e seus amigos atrapalhados. Tente não se apaixonar por essa trama bem esquematizada sobre o mundo da arte.

Noah Charney mistura obras de arte famosas, com roubos cheios de mistérios. O mundo da arte como você nunca viu. Detalhes de cada uma das obras comentadas.
O autor traça uma trama misturando três locais diferentes, três roubos diferentes, três obras de arte diferentes e muita informação de mundo.
Caravaggio com sua Anunciação. Leonardo da Vinci com a tão conhecida Monalisa, Malevitch com sua obra suprematista do Branco sobre Branco, é o que você vai encontrar por aqui.

O livro é da editora Intrínseca, e é lá que você encontra mais informações sobre o livro.
Espera que tenham gostado da dica. Uma ótima leitura a todos e até o próximo livro.

15:52

As virgens de Vivaldi.

Postado por Janaina Moraes |

As virgens de Vivaldi, é o segundo romance de Barbara Quick e começa com uma longa e emocionante carta de uma filha, a personagem Ana Maria, para a sua mãe, que a menina ainda não conhece.
Assim que aprende a escrever as primeiras palavras, sua vontade de obter respostas aumenta, e por conta disso a sua curiosidade para saber os motivos de ter sido abandonada por sua mãe se transporta para uma folha, até então, em branco.
A carta é cheia de questionamentos a uma mãe, que mesmo tendo deixado sua pequena filha em um orfanato, não foi esquecida pela criança.

"Será que alguma vez ocupei seus pensamentoscomo a senhora ocupou os meus? Será que meus olhos a fariam lembrar da criança que era quando me viu pela última vez?"
Trecho da carta.

Ana começa a se interessar pela música, mais precisamente pelo violino, se transformando na aluna mais dedicada do mestre Vivaldi, que a dava aula em seu lar, o abrigo para crianças abandonadas.
Já com catorze anos, a menina resolve investigar as suas origens, e é aqui que a trama começa a fazer parte do enredo do romance.
A realidade da cidade de Veneza no século dezoito leva a menina para um novo mundo, totalmente diferente daquele que ela conhecia dentro do abrigo, do qual permaneceu desde que entrou pela primeira vez.
A história, além de retratar fatos históricos e ser extremamente ficcional traz, de uma forma suave e subliminar, toda a dificuldade que a sociedade passa, todos os males e as farsas de uma cidade que esconde muitos segredos.
A vida de Ana Maria ganha outros ares, novas formas e tons musicais, mudanças essas que não eram esperados pela menina, mas que são aceitas.

Para saber se a menina reencontrou sua mãe, se obteve respostas para cada um de seus questionamentos, leia este fascinante romance de Barbara Quick.
O livro é da editora
Bertrand Brasil e pode ser encontrado através do site, clicando aqui.

Uma ótima leitura a todos.

02:37

Amor é prosa. Sexo é poesia.

Postado por Janaina Moraes |

Tá certo, eu confesso, ando mesmo meio que relapsa com as minhas leituras.
Isso vai mudar, já está mudando, calma.
A poucos dias baixei nada mais, nada menos do que dezoito e-books que sempre quis ler mas que nunca tive a oportunidade. Um desses livros é essa coletânia maravilhosa de crônicas do crítico, cineastra, escritor e brasileiro, Arnaldo Jabor.
Não conheço uma pessoa se quer que ainda não tenha lido ou que não conheça pelo menos um texto do Jabor.
Seus textos tem sempre a mesma base, uma escrita malandra, um toque de sarcasmo, uma elegância distinta e aquela pitada de crítica, seja a quem for, que ele engloba no contexto dizendo e não dizendo a sua opinião sobre o fato.

Amor é prosa. Sexo é poesia.
Dentre os trinta e seis textos selecionados para fazer parte dessa coletânea divertidíssima, claro que existem os que, para mim, se tornaram mais do que meros textos. Um exemplo claro do que digo é uma crítica que ele faz àquelas mulheres que tem os seus 15 minutos de fama mostrando o bumbum em revistas para o público masculino.
Quando saiu o boato de que Juliana Paes mostraria o seu, ele confessa que ficou curioso, mas que assim que o viu, percebeu a falta de encanto.
Uma crítica a levianidade? Ao não pudor? À falta de erotismo por se mostrar tudo antes de se posar realmente nua?

Coisas de Jabor.
A crônicas sobre os chatos. Quem não conhece um? Eu mesma sou uma, daquelas que tudo duvida, tudo questiona, implica por tudo, briga por tudo.
E o avô, uma malandro carioca de "prima". Me fez lembrar do meu, que apesar de não ser carioca também era de "prima".
Tem uma ainda que ele personifica a relação utópica de um padre e sua esposa. Os diálogos são perfeitos, engraçadíssimos. São leves e ao mesmo tempo carregados de maldade.
Eita homem que tem maldade no coração essa Jabor.

Jabor não se envergonha de contar fatos de sua infância, como a sua não crença em Papai Noel. De sua mocidade, de seus amores não revelados, das "fodas" não dadas, das saudades que sente do carnaval carioca da sua época. Onde está o Brasil de antigamente?
A incansável procura dos homens por mulheres que não existem. Hilário, fantástico, perfeito.
Sim, algo me deixou triste ao final do livro. A primeira crônica que lí do Jabor não estava na coletânea.
É aquela assim: "Ninguém ama outra pessoa pelas qualidades que ela tem, caso contrário os honestos, simpáticos e não fumantes teriam uma fila de pretendentes batendo a porta."
Quem não conhece?
É a minha preferida. Ela se encaixa no meu contexto, me serve como uma luva.

Bom, é isso.
O livro vale muito a pena. Seja ele em brochura ou em e-book.
Leiam, me contem o que acharam, qual mais gostaram...

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