O Signo dos Quatro

O segundo livro começa com um Holmes deprimido, estagnado pelo ócio e sua salvaçao chega em tons de bege a rua Baker. Um caso ainda mais misterioso e cheio de enigmas é apresentado a Holmes e seu amigo, Dr. Watson. Dessa vez a trama gira em torno do Signos dos Quatro, de um segredo e um tesouro.

Uma carta chega a bela jovem depois de dez anos da morte de seu pai. Seis anos depois a moça recebe uma pérola por ano, por alguém que diz que isso seria uma espécie de recompensa. Ela procura o detetive para solucionar o problema e pede que ele e Watson a acompanhem em um encronto estranho.

Aqui surge o filho de um amigo do pai da moça, um assassinato, pistas para encontrar o tesouro, uma corrida de lanchas pelo Tâmisa, um tesouro mais uma vez perdido e um pedido de casamento.


As explicações de Holmes sobre a cena do crime são cada vez mais perfeitas e fazem com que o Dr. Watson começe a pegar gosto pela tal ciência e embarque, literalmente, no mesmo barco que ele, para descobrir os meandros da investigação.

Dessa vez quem levou os créditos foi Jones. O Dr. Watson ficou com a mão da bela moça e para Holmes sobrou apenas o violino e mais uma vez a estagnação do ócio.

Começo o terceiro livro amanhã, até daqui uns três ou quatro dias.

1 comentários:

Pockie B disse...

Sou louca pelo Sherlock e esta é mais uma obra-prima do Conan Doyle.
Como todos os outros contos do incrível detetive, prende do primeiro ao último segundo e faz cada apaixonado se apaixonar cada vez mais pelos seus métodos e deduções que parecem absurdas às nossas singelas observações.