Este é o primeiro romance policial que leio e por conta dele quero ler outros.A trama é extremamente envolvente, engraçada e leve.
O personagem principal, Campestre, é um jornalista que teima em assassinar a gramática. Um dia, ao sair de casa em seu fusca 68 amaralo, conhecido como "Revolucão de Maio", passa em frente a rodoviária e observa um tumulto.
Não, este não é o fato principal, então vou pulá-lo.
Ao chegar na redação, após o sabão de seu chefe, recebe uma ordem, cubrir um tal Congresso Internacional de Escritores de Histórias Políciais. Furada, pensou Campestre, mas ordem de chefe não se discute.
Parte ele para o local a fim de acompanhar o tal Congresso.
Lá, encontra com grandes nomes da Literartura Policial e um presunto.
Miguela de Alcazar y Casas de Bourbon morreu de morte matada ou morrida?
Ao final de muitas investigações, do jeitinho brasileiro, em um jantar, o delegado anuncia que a falecida, morreu 3 vezes.










